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Peak Shaving com Baterias: O Que É e Como Funciona

by Vinicius Drumond
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Peak Shaving com Baterias: O Que É e Quanto Economiza

Se você já pesquisou sobre gestão de energia e baterias no ambiente empresarial, provavelmente encontrou o termo “peak shaving”. É um conceito importante na gestão de custos de energia com baterias — mas o que significa, exatamente, e quanto ele pode economizar? Peak shaving, em tradução livre, é “aparar os picos” — usar baterias para reduzir os picos de demanda elétrica. Entender o que é o peak shaving, como funciona, e o que define a economia ajuda a avaliar essa aplicação. Este guia explica, de forma clara, o conceito de peak shaving, como funciona com baterias, e o que determina a economia (sem cravar números, que dependem do caso). Se você quer entender o peak shaving, este guia esclarece.

Em 28 anos no mundo das baterias, a Baterge atende empresas e conhece as aplicações das baterias na gestão de energia — incluindo o peak shaving. Este guia reúne o que importa.

Aqui, explicamos o que é o peak shaving, como funciona, e o que define a economia.

Nota: este conteúdo é informativo e apresenta o conceito de forma geral, sem números específicos (a economia e a viabilidade dependem inteiramente da realidade de cada empresa — do perfil de demanda e da tarifa). A aplicação e o dimensionamento adequados dependem do caso e devem ser avaliados com projeto e análise específicos. A orientação técnica é a referência.


O que é peak shaving

Peak shaving é “aparar” os picos de demanda. A tabela apresenta:

AspectoExplicação (de forma geral)
Peak shaving“Aparar os picos” (de demanda elétrica)
Picos de demandaMomentos de maior potência solicitada
Reduzir os picosDiminuir a demanda máxima puxada da rede
Usando bateriasAs baterias suprem parte nos picos
Gestão de demandaUma técnica de gestão da demanda (potência)

Entender o que é peak shaving é o ponto de partida. Peak shaving significa, em tradução livre, “aparar os picos” — no contexto de energia, refere-se a reduzir (“aparar”) os picos de demanda elétrica. Para entender, é preciso lembrar dos picos de demanda: são os momentos em que a empresa solicita a maior potência da rede (puxa mais energia ao mesmo tempo) — e, para empresas, a demanda (potência), especialmente os picos, pode ter um custo relevante na conta (conforme o contrato/tarifa). O peak shaving busca reduzir os picos: diminuir a demanda máxima que a empresa puxa da rede nos momentos de pico (“aparando” os picos) — o que pode reduzir o custo associado à demanda. Isso é feito usando baterias (entre outras formas possíveis): as baterias fornecem energia nos momentos de pico (suprindo parte da necessidade), de modo que a empresa puxe menos da rede naqueles momentos — “aparando” o pico visto pela rede. É, portanto, uma técnica de gestão de demanda (gerir a potência): usar as baterias (armazenando energia e fornecendo-a nos picos) para reduzir a demanda máxima da rede — otimizando o custo da demanda. Então, peak shaving é a técnica de “aparar” os picos de demanda elétrica (reduzir a demanda máxima puxada da rede nos picos), tipicamente usando baterias (que suprem parte nos momentos de pico) — uma forma de gerir a demanda e o custo associado. Entender esse conceito é a base. A seguir, como funciona na prática. A Baterge conhece essa aplicação e pode orientar. (Nota: o peak shaving atua na demanda/potência — relacionado, mas distinto de aproveitar tarifas por horário, que atua na diferença de tarifa entre horários; são conceitos complementares na gestão de energia.)


Como funciona o peak shaving com baterias

As baterias aparam os picos. A tabela apresenta:

EtapaDetalhe (de forma geral)
Carregar (fora dos picos)As baterias armazenam energia quando a demanda é menor
Monitorar a demandaAcompanhar quando ocorrem os picos
Fornecer nos picosUsar a energia armazenada nos momentos de pico
“Aparar” o picoA demanda da rede é reduzida no pico
GerenciamentoUm sistema gerencia o processo

Entender como o peak shaving funciona com baterias mostra a aplicação na prática (de forma geral). A etapa de carregar (fora dos picos): as baterias são carregadas em momentos de menor demanda (quando não há picos) — armazenando energia para usar depois. O monitorar a demanda: o sistema acompanha a demanda da empresa (a potência sendo puxada), identificando quando ocorrem (ou estão prestes a ocorrer) os picos — para atuar no momento certo. O fornecer nos picos: nos momentos de pico de demanda, a energia armazenada nas baterias é usada para suprir parte da necessidade — de modo que a empresa não precise puxar toda a energia da rede naquele momento. Com isso, ocorre o “aparar” o pico: como a bateria supre parte no pico, a demanda que a empresa puxa da rede naquele momento é reduzida (o pico é “aparado”) — a rede “vê” um pico menor. Tudo isso envolve um gerenciamento: um sistema (com o inversor, o controle, e a integração das baterias) gerencia o processo — decidindo quando carregar, quando fornecer (nos picos), e coordenando tudo. Então, o peak shaving com baterias funciona assim: as baterias são carregadas fora dos picos, o sistema monitora a demanda, e nos momentos de pico as baterias fornecem energia (suprindo parte) — reduzindo (“aparando”) a demanda que a empresa puxa da rede no pico. Isso gerencia a demanda máxima (e o custo associado a ela). É importante notar que essa aplicação exige um sistema adequado (baterias, inversor, controle/gerenciamento) e um bom dimensionamento (para “aparar” os picos relevantes) — que dependem do caso. A seguir, o que define a economia (o “quanto economiza”). A Baterge pode orientar sobre essa aplicação para a sua empresa.


O que define a economia (o “quanto economiza”)

A economia depende de vários fatores. A tabela apresenta:

FatorComo influencia a economia
O custo da demanda no contratoQuanto a demanda/potência custa (a “margem”)
O perfil dos picosA magnitude e a frequência dos picos
Quanto se consegue “aparar”O quanto os picos são reduzidos
O dimensionamentoA capacidade de bateria (o quanto pode suprir)
O custo do sistemaO investimento (para comparar com a economia)
Análise específicaO “quanto economiza” real vem da análise

Entender o que define a economia do peak shaving mostra por que o “quanto economiza” depende do caso (não é um número único). O custo da demanda no contrato: o quanto a demanda (potência) custa na conta da empresa (conforme o contrato/tarifa) define a “margem” de economia — o peak shaving só gera economia significativa se a demanda tem um custo relevante (reduzir os picos reduz esse custo); se a demanda pesa pouco na conta, a economia é menor. O perfil dos picos: a magnitude e a frequência dos picos de demanda da empresa — picos altos e frequentes oferecem mais oportunidade de “aparar” (e economizar); um perfil sem picos significativos oferece menos. Quanto se consegue “aparar”: o quanto os picos são efetivamente reduzidos (o que depende do dimensionamento das baterias e do perfil dos picos) — quanto mais se apara (dentro do relevante), maior a economia. O dimensionamento: a capacidade de bateria (o quanto ela pode suprir nos picos) — um dimensionamento adequado permite “aparar” os picos relevantes (nem de menos, que não resolva; nem de mais, custo à toa). O custo do sistema: o investimento no sistema (para comparar com a economia — o retorno) — a economia precisa compensar o custo. E a análise específica: o “quanto economiza” real vem de uma análise com os dados da empresa (o custo da demanda, o perfil dos picos, o dimensionamento, o custo do sistema) — não de um número genérico. É por isso que não cravamos um “quanto economiza” (percentuais ou valores): depende inteiramente do caso (principalmente do custo da demanda no contrato e do perfil dos picos). Uma empresa com picos altos e uma tarifa em que a demanda pesa muito pode ter uma economia significativa com peak shaving; outra, uma economia modesta ou nenhuma (se a demanda pesa pouco). Por isso, para saber quanto o peak shaving economizaria na sua empresa, é preciso uma análise específica (com os seus dados). Ela revela a economia real e se o investimento compensa (o ROI). A Baterge pode orientar sobre o peak shaving e ajudar a pensar na avaliação para a sua empresa.


FAQ — Dúvidas sobre peak shaving

O que é peak shaving?
Peak shaving significa “aparar os picos” — no contexto de energia, é a técnica de reduzir os picos de demanda elétrica (a demanda máxima que a empresa puxa da rede), tipicamente usando baterias. Para entender: os picos de demanda são os momentos em que a empresa solicita a maior potência da rede (puxa mais energia ao mesmo tempo) — e, para empresas, a demanda (potência), especialmente os picos, pode ter um custo relevante na conta (conforme o contrato/tarifa). O peak shaving busca reduzir (“aparar”) esses picos: diminuir a demanda máxima puxada da rede nos momentos de pico, o que pode reduzir o custo associado à demanda. Isso é feito tipicamente com baterias: as baterias são carregadas fora dos picos e fornecem energia nos momentos de pico (suprindo parte), de modo que a empresa puxe menos da rede naqueles momentos — “aparando” o pico visto pela rede. É, portanto, uma técnica de gestão de demanda (gerir a potência): usar baterias para reduzir a demanda máxima da rede, otimizando o custo da demanda. O peak shaving atua na demanda (potência) — relacionado, mas distinto de aproveitar tarifas por horário (que atua na diferença de tarifa entre horários); são conceitos complementares na gestão de energia. Então, peak shaving é “aparar” os picos de demanda com baterias, para gerir a demanda e o custo associado. A Baterge pode orientar sobre essa aplicação para a sua empresa.

Quanto o peak shaving economiza?
Não há um valor único — o “quanto economiza” depende inteiramente do caso, principalmente do custo da demanda no contrato da empresa e do perfil dos picos. Por isso, não é possível (nem correto) cravar um percentual ou valor de economia genérico. A economia do peak shaving depende de fatores como: o custo da demanda no contrato (o quanto a demanda/potência custa na conta — quanto mais a demanda pesa, maior a “margem” de economia ao reduzir os picos; se a demanda pesa pouco, a economia é menor); o perfil dos picos (a magnitude e a frequência — picos altos e frequentes oferecem mais oportunidade de economizar); o quanto se consegue “aparar” (a redução efetiva dos picos, que depende do dimensionamento e do perfil); e o custo do sistema (para comparar com a economia — o retorno). Por isso, uma empresa com picos altos e uma tarifa em que a demanda pesa muito pode ter uma economia significativa com peak shaving; outra, uma economia modesta (se a demanda pesa pouco). Para saber quanto o peak shaving economizaria na sua empresa, é preciso uma análise específica (com os seus dados — o custo da demanda, o perfil dos picos, o dimensionamento, o custo do sistema) — que revela a economia real e se o investimento compensa. Não cravamos números justamente porque dependem do caso. A Baterge pode ajudar a pensar na avaliação do peak shaving para a sua empresa.

Qual a diferença entre peak shaving e aproveitar tarifas por horário?
São conceitos relacionados, mas distintos: o peak shaving atua na demanda (potência) — “aparar” os picos de demanda máxima; enquanto aproveitar tarifas por horário atua na diferença de tarifa entre horários — usar energia armazenada (barata) no horário caro. Explicando: o peak shaving foca na demanda (potência) — o objetivo é reduzir os picos de demanda máxima que a empresa puxa da rede (pois a demanda/potência tem um custo, especialmente os picos), usando baterias para suprir nos picos e “aparar” a demanda da rede. Já aproveitar tarifas por horário foca na diferença de tarifa (do consumo/energia) entre horários — o objetivo é usar energia armazenada (carregada em horário barato, fora do pico de tarifa) no horário de tarifa mais alta (pico/ponta), reduzindo o custo da energia naquele horário. Ou seja: o peak shaving lida com o custo da demanda (potência máxima nos picos); as tarifas por horário lidam com o custo da energia (que varia por horário). São otimizações diferentes (demanda vs. tarifa horária), embora ambas usem baterias e possam, em alguns casos, ser combinadas (dependendo do perfil da empresa e do contrato/tarifa). Ambas são técnicas de gestão de energia com baterias, mas atuam em aspectos distintos da conta (demanda x tarifa por horário). Entender essa diferença ajuda a compreender as aplicações e o que cada uma otimiza. Qual (ou quais) fazem sentido para a sua empresa depende do seu contrato/tarifa e perfil — o que uma análise específica avalia. A Baterge pode orientar sobre essas aplicações para a sua empresa.

O peak shaving vale a pena para a minha empresa?
Depende principalmente do custo da demanda no seu contrato e do perfil dos seus picos — a viabilidade exige uma análise específica. O potencial de economia do peak shaving existe (reduzir os picos de demanda pode reduzir o custo da demanda), mas se “vale a pena” depende de fatores do caso: o custo da demanda no contrato (o peak shaving só gera economia significativa se a demanda/potência tem um custo relevante na conta — se a demanda pesa pouco, o benefício é menor); o perfil dos picos (se há picos significativos e frequentes que possam ser “aparados”); o quanto se consegue reduzir (com um dimensionamento adequado); e a relação entre a economia potencial e o custo do sistema (o investimento). Por isso, é preciso uma análise específica (com os dados da empresa) para avaliar a viabilidade e o retorno — não é uma resposta universal. Empresas com picos de demanda altos/frequentes e uma tarifa em que a demanda pesa tendem a ter mais potencial de benefício com peak shaving; mas isso deve ser confirmado pela análise. Além disso, o dimensionamento adequado (projeto) é essencial para que a aplicação funcione e seja viável. Então, o peak shaving pode valer a pena (há potencial), mas depende muito do caso (o custo da demanda e o perfil dos picos) — uma análise específica indica se vale para a sua empresa. Não cravamos números (economia/viabilidade), pois dependem da realidade. A Baterge pode ajudar a pensar no peak shaving e nas baterias adequadas para a sua empresa.


Resumo / Principais aprendizados

  • Peak shaving significa “aparar os picos” — é a técnica de reduzir os picos de demanda elétrica (a demanda máxima puxada da rede), tipicamente usando baterias.
  • Como funciona: as baterias são carregadas fora dos picos e fornecem energia nos picos (suprindo parte) — reduzindo (“aparando”) a demanda que a empresa puxa da rede no pico.
  • É uma técnica de gestão de demanda (potência) — relacionada, mas distinta de aproveitar tarifas por horário (que atua na diferença de tarifa entre horários).
  • O “quanto economiza” depende do caso: principalmente do custo da demanda no contrato (a “margem”) e do perfil dos picos (magnitude e frequência).
  • Não cravamos números (economia) — dependem da realidade; empresas com picos altos e demanda que pesa na conta tendem a ter mais potencial.
  • A viabilidade exige análise específica (com os dados da empresa) e um bom dimensionamento/projeto.


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Artigo produzido pela equipe técnica da Baterge — 28 anos no mundo das baterias no Brasil.

Tags: peak shaving · pico de demanda · banco de baterias · gestão de energia · Freedom


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